Suspeito de intermediar atentado e que foi morto após depoimento tinha identidade brasileira e paraguaia

Investigação diz que ele é a pessoa quem mostrou foto do prefeito Dirceu Bettoni, além de apontar casa e empresa da vítima. Polícia também prendeu casal envolvido no crime.

O homem suspeito de intermediar o atentado contra o prefeito de Paranhos, Dirceu Bettoni (PSDB), possuía dois documentos de identidade: um de origem brasileira e outro paraguaia, com nomes diferentes. Na ocasião O do depoimento, ele apresentou o RG estrangeiro e, em seguida, foi assassinado ao sair da delegacia. Logo depois, a família dele foi até o local e entregou o outro documento.

O assassinato ocorreu na tarde desse domingo (17), em uma praça da cidade, que fica a fica a 466 quilômetros de Campo Grande. A investigação o apontam como intermediador do crime, sendo a pessoa quem mostrou ao pistoleiro a foto da vítima, além da casa e a empresa do prefeito.


Prisão

A polícia prendeu na madrugada de domingo (17), na BR-163, em Rio Brilhante, o suspeito de atirar no prefeito de Paranhos. De acordo com a polícia, ele estava com a mulher e confessou que receberia R$ 20 mil pela execução.


Ainda segundo a polícia, o suspeito disse que parte do valor, R$ 5 mil, foram depositados na conta da esposa. Parte do dinheiro foi usado para a compra da motocicleta utilizada no crime. O homem mora em Campo Grande e já cumpriu pena por roubo. Ainda à polícia, ele disse que não sabia que a vítima era o prefeito.