Bombeiros atenderam mais de 1.100 ocorrências nestes dias de Carnaval em MS

Bombeiros prestaram atendimento a mais de 1,1 mil casos em MS. (Divulgação)

O Corpo de Bombeiros Militar contou com 220 militares na Operação Carnavalo e o total de ocorrências atendidas chegou a 1.199, destas, 439 vítimas precisaram de socorro em todo o Estado. Em Campo Grande, foram atendidas 286 ocorrências, sendo 152 vítimas socorridas por 85 militares que participaram da operação.

Já Polícia Militar Ambiental (PMA) encerrou na quarta-feira (26) às 12 horas a Operação Carnaval, que teve como foco principal a prevenção e repressão à pesca predatória. Durante operação, 12 pessoas foram autuadas por infrações ambientais, contra 16 autuados na operação de 2019. Em razão da pesca estar fechada, apenas duas pessoas foram autuadas por pesca predatória, diferentemente da operação do ano passado, quando, dos 16 autuados, 13 foram por pesca, sendo 6 (seis) presos por pesca predatória e 7 (sete) por pescar sem licença, o que não se constitui crime.

Foi aplicado o valor de R$ 118.570,00 em multas, montante 435% superior à operação passada, quando as penalidades somaram R$ 22.154,00. A diferença nos valores de multas decorre da previsão de multas altas na norma legislativa, como por exemplo, um autuado por desmatamento, um por transporte de carvão, um por derramamento de carga perigosa e um por erosões. Na operação de 2019, quase todas as multas foram por pesca, que possui previsão de multas baixas.

Nesta operação foram soltos 28 kg de pescado que estavam vivos presos em petrechos proibidos. Os dois presos por pesca predatória não haviam capturado nenhum pescado. As ocorrências relativas à pesca não predominaram como na operação passada, porém, isso era esperado, já que no ano passado a pesca estava liberada e havia muita gente nos rios e, dessa forma, sempre alguns arriscam-se a cometer infrações. Foram dois autuados e 13 na operação de 2019.

Com relação aos petrechos ilegais, somente a quantidade de redes de pesca chamou a atenção. Houve a apreensão de 34 redes e somente nove em 2019. Isso deveu-se a uma apreensão na região de fronteira, quando foram retiradas 30 redes do rio Paraguai, medindo 900 metros.

Como em outras operações, outros crimes diferentes da pesca foram combatidos e prevenidos. Uma pessoa foi autuada por desmatamento, um por erosões, um por poluição, dois por manutenção de aves em cativeiro, um por transporte ilegal de madeira, um por posse de motosserra ilegal, um por carvoaria ilegal, além da apreensão de dois animais abatidos, rifles e munições.

Fonte: Rosana Siqueira/ Campo Grande News